Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Uma questão de chá

Hoje não estou muito inspirada, por isso, vai ser ultra-light. Já vai sendo tempo de chá, torradas, mantinhas e lareira. Um bom filme, uma novela para adormecer... enfim... o chá de todas as companhias. Gosto muito de chá e sou bastante apreciadora. Não aprecio muito o chá doce, sendo os meus preferidos (sem açucar) o chá preto e/ou verde. Segundo sei estes contêm muitos flavonóides, com propriedades antioxidantes muito fortes. Neutralizam os radicais livres, ou seja, as moléculas instáveis que podem causar danos às células, ajudando na prevenção do cancro e das doenças cardiovasculares. Mas esta informação é o pouco que sei sobre chás. Além do que vem escrito nas próprias embalagens, nada mais sei. Se alguém me poder fornecer mais alguma informação agradeço e desejo um bom serão.

Ao melhor professor de literatura - o meu trabalho

Atravessei a rua e pus o Sol atrás do grito alto do mundo aflito. Caçei o papel e pu-lo a correr atrás da Lua perdida no esgoto bonito. Fixei-me no ondear das ondas rebeldes de um lago sinistro de podres vicios. E voltei correndo, parada, na rua movimentada do meu olho cego de realidade banal e miudinha do casaco esfarrapado e abandonado no cabide.
Não tenho lugar para interrogações no cuspir alheio.

Hoje é dia de... Curiosidades

Bem, descobri coisas engraçadas acerca de... bananas!! (Quando não se tem muito que fazer é o que dá: libertamos o stress em qualquer coisita!).
As bananas...
Quando era miúda adorava esta fruta. Gostava delas de qualquer forma e feitio, e de todas as nacionalidades. Tudo o que tivesse banana eu devorava. A minha mãe teve que deixar de comprar esta fruta porque eu era capaz de comer um quilo de seguida sem deixar de fazer as refeições normais. Só muito mais tarde enjoei as bananas e hoje quase que nem as como, apesar de toda a familia fazer questão de as comprar cada vez que há um almoço. Pois é! Há certas coisas na vida que cansam.
Escusam de estar a pensar no carácter sexual do alimento, mas é sobretudo isso (a forma) que inspira designers de todo o mundo. Sim, sim! A banana serve de sofá, de cabo para faca, de protótipo de caneta, de almofada e sei lá quê mais (sei, mas não posso dizer).
Para além disso, incentiva-se a sua ingestão porque "a banana é um fruto extremamente rico em …

XÔÔÔ

As palavras sempre foram minhas conselheiras, amigas, saco de desespero gratuito e viagem encantada pelo universo estranho do sonho. Durante muito tempo pensei que com elas conseguia fazer quase tudo. Ser feliz, descrever o mundo, falar aos sentimentos, construir a ilusão, discutir, absorver, viver e saborear o que o mundo me pudesse soletrar. Mais tarde descobri que há palavras que nunca se confessam nem sussurram, porque o idioma se esgotou no vocabulário do coração. Inventei fórmulas e engendrei planos de recuperação escrita e quis ser o pergaminho da descobeta do que não conseguia dizer... fracassei... porque é assim, porque há coisas que nunca se relatam, porque só assim as podemos sentir. Esses eram sentimentos bons, por isso os guardei para mim sem me importar que mais ninguém percebesse, que mais ninguém os testemunhásse no silêncio irrequieto das palavras mal compostas. Hoje, e porque a caminhada da vida me obriga algumas vezes a uma mudez enraivecida e tumultuante, descubro qu…

Pão

Pois é! Se há coisa certa nesta vida é o pão, mas quando se está sem ganha-pão, o pão é difícil de entender e já não anda ninguém a repartir?! Eu prefiro o integral. Tem mais cor, mais sementinhas e faz melhor. Ah, pois é! O pão integral tem mais fibras, tira a fome e regula os intestinos. Mas um pãozinho quente com manteiga!!! Hummm! É de comer e chorar por mais! Contudo, e esquecendo estas apetitosas ementas, o pão está caro. Tão caro que a maior parte do pessoal resolveu fazer dieta. Ora aí está algo que não sou capaz a não ser que o pão aumente ainda mais. Adoro pão! Não consigo viver sem pão (a não ser que me obriguem). A culpa até nem é do pão, que cada vez está mais pequeno e mais caro. A culpa é dos outros, daqueles que tudo querem fazer e em nada se concentram, mas o facto é: nós continuamos a ser europeus com pão ou sem pão. Resta saber é se é com Sócrates ou sem Sócrates.