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Mensagens

Segunda-feira

No Constraint

Do outro lado do mar, um outro centro de investigação dedicado ao trabalho de um grande escritor. A vida e obra de James Joyce, o autor de tantas vezes citado "Ulisses", unanimemente designado como uma das obras fundadoras da literatura moderna, não obstante a sua difícil apreensão.

www.jamesjoyce.ie/home/

Aqui fica um excerto de um trabalho baseado na sua obra.

Descodificados

Sempre é bom saber que não sou a única que nunca sentiu nenhuma atracção especial pela fama de Dan Brown e o mais que famoso Código Da Vinci, ora então reza assim na revista Única de há um ano:


Enquanto, por cá, se compara o efeito de "O Código Da Vinci" no Cristianismo ao das caricaturas que versaram o islamismo, lá fora o filme (e, por arrasto, o livro) também desperta paixões fortes. O escritor italiano Umberto Eco recusou, recentemente, um encontro com o autor do livro, Dan Brown, na cidade italiana de Vinci. Eco disse que Brown é um farsante e que irá a Vinci "quando lá estiver um escritor de verdade". O actor e realizador Mel Gibson afina pelo mesmo diapasão. Para ele, o Código ataca princípios sagrados. Entretanto, o "marketing" em torno da obra continua. Um hotel de Paris, onde o protagonista Robert Langdon esteve "hospedado", propõe estadia por 670 euros e um "tour" pelos locais focados no filme.

Casa de Moinhos de Aveia

No moinho da minha vida encho a moega de pequenos nadas que d´oiro se parecem na minha recordação. Quero sempre mais, o impossível que seja, mas não esgotem a água que faz andar as rodas do meu moinho, a minha imaginação.

Borges Center

Criado pela Universidade de Iowa, este é um dos vários sites existentes sobre Jorge Luís Borges. Além de, naturalmente, informação biográfica e bibliográfica sobre este autor, pode encontrar também alguns textos curiosos, estudos diversos e dissertações sobre o autor e a obra. Um manancial de informação e curiosidades - disponível em inglês, francês e castelhano. www.uiowa.edu/borges/

Não adianta fugir...

Assim estamos nós, réprobos de uma sociedade arruinada a tantar fugir di inevitável.
Já sei que ando com posts um bocado estranhos, mas é que às vezes sinto-me tão cansada que só me apetece desistir de fugir dos espinhos que me atacam quando devia estar a desabrochar.

Títeres

Somos nós os títeres deste governo novo com medidas velhas, somos nós os títeres de medidas que nos põem como temporários, sem abrigos à deriva de vontades alheias e ditaduras consentidas. Estou farta, fartinha, de andarem a brincar com a minha vida!!!!

Shinchan - Eu ajudo o homem da banda desenhada.

Blog da Utopia - O nome remete para o sonho e a informação ajuda. E muito. Trata-se de um blog dedicado à BD e ilustração, com muita e preciosa informação. A boa prática de inserção de links (marca distintiva das capacidades do hipertexto é uma das mais valias deste projecto, onde é possível encontrar críticas, sinopses, notícias e outros textos. Um endereço a visitar: www.bandadesenhada.blogspot.com

In Os Meus Livros

Eu Quero Viver - Nina Lugovskaia

Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia.
Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!

Karina Bacchi - Pós-Modernismo (ultima parte)

"No seguimento destas novas estratégias, certos valores devem primar pela ausência, pelo menos no seu entendimento tradicional/académico: ausência de autor, de "estilo", ausência de autenticidade/verdade, ausência de originalidade; ausência de expressão; ausência de emoções/gesto; ausência de elevação estética". (Paulo Mendes, 1992)
A intenção, compreende-se, é a do envolvimento do público na própria obra, mas não há bela sem senão. O senão, estamos a vivê-lo agora. Resta esperar que a ressaca passe e algo mais inovador nos alivie esta grande dor de cabeça que é a da decadência do nosso mais que vivido e consumido pós-modernismo.

Xana, vocalista dos Rádio Macau in Os Meus Livros

Hoje tem que ser tudo com muita calma...

Não tenho emprego, tento em vão fazer melhor por uma classe docente que não me acolhe, como tal.... (não isto não é um post de queixume) tenho a mania que sou sempre estudante. O meu namorado teve jantar de curso, daqueles que têm a mania que só porque diz engenharia atrás e demoram o dobro do tempo para terminar um curso.. estão a ver não estão? Daqueles cursos com muitos gajos e poucas gajas com a mania que são gajos! É mesmo esse... bem, como tal, hoje tem de ser tudo com muita calma! Acho que não digo coisa com coisa, mas desculpem lá qualquer coisita!

Pós-modernismo (parte 3)

Ora, o mesmo se passa com as actuais preocupações no que respeita ao plágio. De algum modo, este "à vontade", prende-se, involuntariamente, com alguns dos princípios estabelecidos pelo pós-modernismo, mais concretamente: a supressão da experiência individual contra o culto da autenticidade e o conceito da "morte do autor", desenvolvido por Roland Barthes, no âmbito do pensamento pós-estruturalista. Para este autor, o texto é "um espaço multidimensional em que uma variedade de escritos, nenhum deles original, se misturam e entrechocam. O texto constitui uma trama de citações retiradas de inúmeros centros de cultura". O culto da originalidade é, deste modo, substituído pela ideia de livre apropriação, evocando-se uma experiência relacional, intersubjectiva e em rede.

Xana, vocalista dos Rádio Macau

Pós-modernismo (parte 2)

Associado à derrocada das noções de progresso do iluminismo, bem como, à descrença dos ideais utópicos que inauguraram o séc. XX, o "enfant terrible" do modernismo, deita por terra e de uma vez, os conceitos de Deus, Razão e História. A teoria da relatividade de Einstein faz ruir a estrutura referencial e estável do absoluto newtoniano. A mecânica quântica introduz o principio da incerteza. No mundo da arte, a década de 60 reclama uma cultura democrática, mais abrangente e acessível, usando-se de todos os meios para estimular o interesse do mercado.
E, se podemos estar de acordo com muitos destes aspectos, afirmando com o pós-modernismo que a ciência e a arte devem reaproximar-se da vida, criticando-se elitismos e distinções como são os da alta e baixa cultura,já a paixão pela cultura popular e consumista, não nos é tão pacifica.

O velho no banco do jardim...

Os rostos cansados retratam bem "Velho" de Mafalda Veiga. Essa solidão intensa que sentem quando não há mais caminho por percorrer, quando não há mais objectivos a atingir, os "desnecessários" que lutaram anos a fio por "um banco no jardim".
Sempre que oiço essa música emociono-me... recordo o meu avô e o seu olhar de quem já só espera amor e compreensão. Era o elo mais forte da minha correia familiar, foi precisamente o primeiro que perdi. Ausente de dor, não teve tempo de se despedir! Amado avô que morreste sem ouvir a expressão do meu amor por ti. Para mim nunca foste desnecessário, eras a minha base firme, o meu porto de amor infinito, eras o grande homem da minha vida que percorreu comigo a vida de mãos dadas, que me defendeu até ao último suspiro. Lembro o teu banco de jardim, com o cigarro paciente de quem me espera para sorrir, lembro do teu olhar que jamais será substituído, mas acima de tudo o teu amor, o teu orgulho, a tua firmeza no que amavas.…

Quem é conhecida como a "Mãe do Movimento pelos Direitos Civis" nos Estados Unidos?

Resposta: Em 1 de dezembro de 1955, Rosa Parks se recusou a dar o seu lugar no autocarro a um homem branco sob o regime de leis de segregação racial. A sua prisão alcançou um boicote em Montgomery que culminou com o sucesso da desagregação social em todos os autocarros dos Estados Unidos. Rosa Parks recebu várias nominações e prémios por sua coragem. Em 1996 recebeu a medalha Presidencial da Liberdade e em 1999, ela recebeu a Medalha de Ouro do Congresso Norte-americano.

Dia da Mãe

A minha mãe não tem por hábito, nem tempo, passear na net. Nem saberá, por certo, a existência do meu blog, talvez nem saiba o que é um blog. É uma mãe daquelas que sempre fizeram o melhor que puderam e que a tenra idade permitia. É uma mãe para sempre, se é que possam haver mães em part-time. A minha mãe não é só minha, mas é com toda a certeza a melhor mãe que me podiam dar para amar e amar-me, é a mãe que hoje está de parabéns a duplicar: por ser mãe e por celebrar o aniversário. Porque palavras que diga serão sempre poucas para lhe dizer que gosto muito dela, porque talvez nunca saiba desta minha mensagem, desejo-lhe felicidade não só neste dia, mas para sempre e o resto digo quando a poder abraçar e falar silenciosamente. Ainda que às vezes sejas uma chata, és a melhor mãe do mundo. Obrigado mãe por seres tão forte e por toda a tua luta. Amo-te!

Pós-modernismo (parte 1)

Acontece, por vezes, as discussões prolongarem-se por tempo indeterminado e terminarem tal como começaram, sem uma solução. Estávamos a meio do jantar, quando um dos meus amigos, faz referência à quantidade de plágios recorrentes nos diferentes campos da arte. Não adianta citar nomes. A "livre apropriação" do trabalho dos outros, e até mesmo a repetição do seu, é actualmente, como todos sabemos, uma prática comum e de algum modo estimulada.
Depois de uma baralhação de raciocínio sobre a legitimidade desta prática, o conceito de pós-modernismo acabou por dominar o centro da polémica. Os momentos de constragimento foram muitos. Não somos todos nós, de uma maneira ou de outra, fruto desse já, podemos dizer, dinossáurico conceito?

Xana, vocalista dos Rádio Macau, in Os Meus Livros

Meow!

O culto do efémero, a estética publicitária e a cultura de massas, têm hoje uma dimensão muito diferente do que foi inicialmente defendido.
Se a reacção é absurda e desproporcionada, se a tese é verdadeira, o livro é miseravelmente desinteressante, e João Pedro Jorge, esse mirabolante admirador de Luís Pacheco, mostra aquilo que é: um crítico literário que o não chega a ser e que é uma verdadeira alforreca da vida cultural portuguesa.

Eduardo Prado Coelho, sobre o "episódio" Couves & Alforrecas, in Público, 18-04-2006