Cada vez mais descreio da raça humana, dos citadinos irascíveis, egoísticamente arrogantes, egocêntricos e mimados de facilidades falsas que não querem ouvir. São (muitos) os amargos, frustrados, zangados com a vida que têm, um escape do "não te vê". Há os doutores gabarolas de estatuto engalanado em pedestal de palha, que não sustentam a modéstia da igualdade, há os pobres de espírito que reprimem tempos infinitos a submissão incontida, há-os aos molhos e diferentes na sua limitação cobardemente agressiva... quero acreditar que só são assim nestas alturas, que se emocionam e são humanos, que são assim porque não sabem ser de outra maneira, que não tiveram uma formação (educação) coerente. No entanto, e procuro várias vezes dentro de mim, sei que nunca seria capaz, que me envergonharia de não conseguir ser racional e atacar como um animal instintivo e maligno.
São os cobardes do nosso tempo, são aqueles que não querem ver, nem olhar para o lado, com o mundo de felicidade pre…