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Mensagens

Celine Dion Pour que tu m'aimes encore

O amor que sinto, senti, continuará. Amo com força, esqueço sem dó. Tenho pena, fecho os olhos para não sentir. Já não doi. Pequenino coração que trabalhas sem parar. Sem sentido, sem noção do perigo. És forte, veloz, audacioso, perigoso... senil. És t parte de mim tão estranha na aprendizagem do amor.

O meu fado

Canto o meu fado com alegria do momento, escondo a saudade da distância que ainda não magoa, percorro o trilho dos remediados e sigo pensando que posso ser feliz, afinal.
Ponho o xaile de cuidados mal enlaçado que a idade jovem não adverte perigos de ingenuidade. Ponhos os sapatos pretos de futuro no caminho. Ajeito a saia rodada cheia de vontade de voar. O meu fado. Aquele que teço todos os dias nas cordas da minha vida.

Cheguei!!!

Bem, levantei-me às 5:30. Cheguei ao aeroporto às 8:15. Check-in. Passar as gajas das apalpadelas. Abre as portas entra a manada para o autocarro que anda 3 minutos e pára. Entra tudo. Senta. Nervos, mais nervos, muito nervos. Inicia a viagem. Nervos, come, mais nervos! Chego! Desembarco. Peço informações até à porta de embarque. Fumo cigarros à pressa! Entro. Espero, espero, desespero!
Volto a embarcar. Vinte minutos. Sai outra vez. Espera sem cigarros. Entra novamente. Enche. Muita gente. Muitos cheiros! Mais meia-hora! Saí. Espera pela bagagem. Sai. Táxi. Incha com guito. Descubro que não há nada ou muito pouco, mas a ilha é gira! As pessoas são simpáticas. Vejo uma casa incomunicável. Outra a cair aos bocados. Fico com mais gente. Torno-me sociável. Enfim! Que canseira!
Estou de rastos, longe de casa, meio perdida no meio do que não sei que esperam de mim. Vou dormir!

Açores aqui vou eu!

Pois é! Fiquei colocada! Nem acredito! Ainda que seja só uma substituição no meio do atlântico, num pedaço de terra! Fiquei colocada!
E eu a pensar que só na reforma voltaria a dar aulas!

SNOWGRAMA

Para quem não tem dinheiro para ir à serra ou para quem detesta neve: uma alternativa baratinha perto de sua casa (dependendo de onde vive).
Bom fim-de-semana!

Espanhol

E como às vezes não me apetece nada, mas até gosto do curso de espanhol, aqui fica a prática:

Estamos a precisar de mais um 25 de Abril

Ás vezes não sei como conseguimos realizar o 25 de Abril. Todos os dias as pessoas se rebaixam e deixam que as pisem por causa de um posto de trabalho, muitas vezes, por alguém que já esteve na mesma posição, ou pior, que é menos competente. Assisto a este comportamento todos os dias. São os líderes recalcados que não sabem liderar. Ainda há os que mostram o cú de tanto se baixar com a ambição de um dia verem o outro ângulo. Estamos podres, desesperados. O Sócrates pegou-nos pelo cabresto e retirou-nos a dignidade, a honra, o brio. Assim estamos todos controlados! Mansos!
Eu falo, refilo, faz-me uma tremenda confusão a humilhação e a minha noção de humilhação ocorre sempre que alguém invade o meu espaço. Fico em estado de alerta, reajo de forma inata enquanto outros se calam para costurar depois. Não sou bem vista, mas sei que sou melhor. E da próxima vez que me falarem vão olhar-me nos olhos sem me ver o cú e vão ter mais cuidado; porque até com o inimigo mais fraco é preciso saber re…

Beijinhos lindos!

Obrigado por tudo! Beijinhos lindos para ti também. És uma miúda espectacular! Beijos



Estes são os meus beijinhos lindos de há quase 4 anos para cá!!!!!

Beijinhos lindos nas vossas vidinhas amigos!!!!!!!

Mariza Terra

Quando escrevo tenho tndência para iniciar os textos com saudade ou solidão. Escrevo em forma de catarse, de sonâmbulismo entediante como se não esperasse mais nada... Sou triste, tenho fado comigo e em lamento digo o que não canto aos outros.
Amarga-me esta solidão saudosa e a preto e branco!
Queria pintar com outras cores, sentir laranja, amarelo, vermelho, verde...

Se o mundo soubesse da nossa solidão, embrutecia o seu coração e devorava-nos nas entranhas das trevas permanentes.
Se o mundo soubesse que não gostávamos de nós, amainava o seu cheiro e o seu fruto na ânsia do que não temos.
Se o mundo soubesse que mesmo de olhos abertos já estamos ausentes guardaria a sua história apenas do início.
Se o mundo soubesse que não somos nem nunca fomos deixaria de existir.


Vidinha

Convento de Mafra

Mafra é digníssima de ver-se, de visitar-se por mais de uma vez, pela importante lição de história que ela ministra.
A vila é pequena e pobre. O célebre edifício de D. João V ostenta a sua enorme corpulência quadrada e maciça no meio de uma vasta nudez fria e abatida. Ocupa uma área de 40.000 metros quadrados, tem quatro mil e quinhentas portas e janelas e duas torres de 69 metros de altura. Levou treze anos a fazer. A média dos operários empregados em cada dia na construção da obra monta a vinte mil. Uma só pedra, de que se fez a varanda da sala principal, levou seis dias a chegar de Pêro Pinheiro e foi puxada por 200 bois.
Os paramentos, ainda hoje existentes e bordados a matiz sobre as mais belas sedas da Índia ou das melhores fábricas da Europa, são de tal modo sumptuosos que D. João V dizia haverem-lhe custado mais caro que todo o edifício!
As festas da sagração duraram oito dias. No primeiro dia as solenidades religiosas começaram às 8 horas da manhã e acabaram às 5 da manhã do dia…

Bela Estrela - Eugénio de Andrade

Terei talvez perdido a chave, e toda a gente ri à minha volta, cada qual mostrando-me uma chave enorme pendurada ao pescoço.
Sou o único a não ter seja o que for para entrar. Todos desaparecem e as portas fechadas tornam as ruas mais tristes. Nem vivalma. Baterei a todas as portas.
As injúrias choveram das janelas, enquanto me ia afastando.
Então um pouco para lá da cidade, à beira de um rio e de um bosque, encontrei uma porta. Uma simples porta com bandeira e sem fechadura. Atrás dela, sob a noite sem janelas mas de longas cortinas, entre o bosque e o rio que me protegem, pude dormir.

Constantino - Alves Redol

Alves Redol cheira-me a Tejo, a lezíria, a touros bravos e tradição.Cheira-me a casa, traz-me a saudade do campo batido e sofrido dos grandes senhores. Alves Redol traz-me o meu Ribatejo!

Conheci este escritor por prática de leitura já muito tardiamente, mas não mais o esqueci. É a minha casa que vejo descrita, as histórias que o meu avô recordava que vejo retratadas.

Li "Constantino", um pequeno livro que retrata a infância antiga ribateja, com o gosto pelos toiros, pela vida solta do campo, mas com obrigações reais, com os meninos homens que não choram. Contantino é fruto da época. Menino travesso que ajuda na lida do campo, vive com os pais e uma avó que o ajuda a criar, mas que lhe incute muita responsabilidade. Recorda-nos as travessuras, os sonhos de descer o Tejo, as cosuvilheiras que lavavam a roupa no rio, a vergonha de não passar o exame da terceira classe...

"É uma sonho vivo e maravilhoso!
- Vamos armar aos pássaros? - pergunta-lhe o Manuel Coelho, que não gost…

Entrevista - Camilo Castelo Branco

O vídeo acima representa o trabalho de um grupo de alunos sobre Camilo Castelo Branco, sobejamente conhecido pela obra obrigatória na escola "Amor de Perdição". O que muitos não sabem é que este Sr. fartou-se de escrever, quanto mais não seja porque foi o primeiro escritor a viver do ofício e tinha mulher e filhos para sustentar. Li esta há pouco "Mistérios de Lisboa III", que anda se consegue encontrar nas livrarias, mas não esperem ter a mesma sorte com outros títulos do autor.
Podem até dizer que ele escrevia muito e que era uma "Margarida Rebelo Pinto" dos tempos idos, mas o que é certo é que me consegue prender da primeira à última página. A brincar aos sentimentos, a roçar o rídiculo, a cultivar a sociedade mediocre e fatalista. Eu gosto!
Comecem pelo primeiro e sigam até ao terceiro. Verão que não se arrependem. Apimento-vos:

"- Conta com a lealdade de seu marido... e não pode recear que as estrangeiras infelizes lhe questionem a posse...
A duques…

Olho

Olhar no espelho e descobrir: o tempo, a têmpera, a marca, a máscara, o mesmo, o outro.

Papillon Trailer

Acabei há pouco de ler o Papillon. Foi o meu pai que me ofereceu, pois há muito tempo que me falava dele. Leu-o numa noite. Eu demorei um pouco mais, cerca de 2 semanas, mas lê-se muito bem e existem, de facto, alturas em que não se consegue parar. Enfim... gostei.
Fala da história de um prisioneiro inocente e da sua condenação que não quer cumprir. Demonstra o preço que estamos dispostos a pagar pela liberdade, pela sobrevivência..
Aconselho a sua leitura e não se deixem desencorajar pelas muitas páginas do livro. Para mim, a melhor parte é aquela em que ele permance com a tribo de indios. Gostava que o autor tivesse vivido o suficiente para nos contar o depois da liberdade. Será que conheceu os seus indiozinhos? Como conheceu a mulher com quem casou? Como se inseriu em sociedade?

Leiam!

A infância perdida (última parte)

Victor é um dos dois mil alunos portugueses abrangidos pelo PIEF. "A bolsa que nós damos tem como objectivo que os encarregados de educação deixem de ter despesas adicionais com os filhos, no seu regresso à escola", explica Fernando Coelho, coordenador da zona Norte do PEETI, o Plano para a Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil. "Queremos motivá-los a sair de empregos precários e aliciá-los a fazer a escolaridade mínima obrigatória para terem um futuro melhor". Os alunos integrados no programa passam a ser acompanhados, de perto, por uma equipa de monitores, psicólogos e assistentes sociais. "Os casos de insucesso são muito reduzidos, felizmente", diz Fernando Coelho.
As gémeas Lisandra e Ana, de 17 anos, são o caso emblemático de sucesso deste programa de combate ao abandono escolar. Prestes a terminar o 9º ano, na Escola Secundária Santos Simões, em Guimarães, as irmãs de Santo Tirso em breve irão começar um curso de formação. Uma como cabeleirei…