Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

ATAAC-curso sobrevivencia urbana parte 2

Este vídeo é um treino para a realidade. Apesar dos protagonistas serem brasileiros, a nossa realidade está de forma inquietante a aproximar-se do retratado. Sempre defendi que deveriamos aprender a defender-nos através do treino das artes marciais e afins, mas sem armas, pois essa, quero acreditar está na nossa razão e no que conseguimos fazer com ela.
O bairro da Bela Vista não é único, mas é atroz o desrespeito que se rflecte na autoridade. Se em parte acredito que esta autoridade permitiu ou teve que permitir esta falta de reconhecimento, por outro penso que aquilo em que se tornou a fábrica da nossa educação e o individualismo crescente e o facilitismo da nossa justiça em muito contribuiu para este género de acontecimentos.
Assistimos na televisão e pensamos que é uma realidade diferente e que sortudos nós somos por estarmos longe... não é assim... o mal que criamos um dia bater-nos-á à porta. Nós somos culpados desta podridão. E agora especulam as mentes que por sermos civilixado…

Interrogações

Porque é que os professores têm uma tendência para acumular papéis em poucos dias? Porque é que se criam novas oportunidade, se gasta dinheiro e não se ensina coisa nenhuma? Porque é que os pais das criancinhas maiores de idade investem em algo que os filhos não querem e não usam? Espero que o ensino obrigatório até ao décimo segundo não torne as restantes criaturas assim, será que conseguimos? Porque é que há tantas perguntas com respostas mais ou menos fáceis, mas muito polémicas, sobretudo no quotidiano de "brandos costumes", e ninguém lhes quer responder?



Obrigado pelas vossas respostas mentais.

Voltei a ser colocada

Agora estou aqui. Sabem onde estou?

Cólera já matou mais de 3600 pessoas

A última coisa queo Zimbabué precisava aconteceu no Verão de 2008. Uma epidemia de cólera que já provocou mais de 3600 mortes (estimando-se que já tenha afectado mais de 75.000 pessoas e provocado 3 milhões de refugiados) e que rapidamente se tornou num dos mais graves problemas do Zimbabué. Mas a verdade é que, infelizmente, não é o único. Como é recorrente na maioria do países africanos daquela zona, a amplitude do impacto da malnutrição, malária e de VIH/Sida, são, também elas, situações graves e que potenciam e agravam o drama humano entretanto causado pela cólera.
O contexto em que este país africano se encontra mergulhado não é, de facto, nada animador. Dos cerca de 14 milhões de habitantes do país, cerca de um terço são alimentados pelo Programa Alimentar Mundial. Por outro lado, a estrutura pública de saúde não apresenta, de momento, capacidade para fazer face a este problema, com a degradação das condições de trabalho dos profissionais de saúde, problemas graves de rupturas de…

Incompreensão

Às vezes na entendo (mesmo) os outros. Sou uma pessoa que normalmente reage "a quente", por isso, por vezes, tendo em conta o "alvo" da situação retardo a reacção e posteriormente tento analisar a situação. Normalmente resulta e consigo absorver a situação de uma forma menos conflituosa. Outras vezes (raras, felismente) percebo ainda menos e apetece-me deixar que apodreçam na orla do meu desprezo, ou ainda, abaná-los com as verdades que escondem de si próprios.
Depois penso e, de facto, não consigo perceber que as mesmas pessoas repitam o mesmo erro várias vezes, magoando-se e magoando e sempre incapazes de reconhecer o erro, insistindo num orgulho ignorante em que se vão partindo laços dificeis de reconstruir. Não sei... Às vezes não entendo e tenho pena! Às vezes não entendo e tenho raiva!

Medidas para a eficiência energética

1 - Evite ter as luzes ou os equipamentos ligados, quando não for necessário.
2 - Procure utilizar transportes colectivos nos seus trajectos diários. Para distâncias curtas opte por se deslocar a pé.
3- Procure calafetar portas e janelas e isolar paredes, tectos e pavimento da sua casa. Ao fazê-lo está a economizar energia e a reduzir o investimento ou utilização em sistemas de climatização.
4 - Antes de comprar um novo equipamento, verifique a etiqueta energética e opte por aquele que apresenta menor consumo de energia (Classe A+ ou A++).
5 - Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras. Iluminam o mesmo mas poupam 80% da energia eléctrica utilizada e duram até 10 vezes mais.
6 - Desligue os equipamentos no botão, em vez de desligar apenas no comando. Os aparelhos em modo stand-by continuam a consumir energia.
7 - Evite abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e quando o fizer seja o mais rápido possível. Verifique periodicamente o estados das borrachas das porta…

Consumo de energia

O consumo eléctrico nos lares em Portugal reparte-se em média da seguinte forma:

32% - equipamentos de frio
22% - climatização e águas quentes e sanitárias
12% - iluminação
11% - equipamento multimédia
7% - tratamento de roupa
3% - máquinas da loiça
1% - fornos
12% - outros

LAR DA CARIDADE PEDE AJUDA (Hosp. do Fogo Selvagem, Aparecida Conceição Ferreira)

Às vezes tenho pena do que as pessoas são capazes de fazer umas às outras, principalmente (e só) quando isso acontece com pessoas humildes que, ou não se defendem ou fazem-no de forma desesperada. Pena não é um sentimento bonito, nem sequer nobre... mas a minha consciência funciona dessa forma. Não gosto de "coitadinhos", nem de "choramingas", mas quando me deparo com alguém que é maltratado e aceita humildemente.
É claro que me lembro destes pormenores até ser eu a vítima, porque eu não tenho humildade e até "fervo em pouca água" com injustiças, ainda mais quando são comigo. E assim vamos acumulando carga em cima dos ombros até que temos lapsos nos nossos conceitos educacionais... Até que um dia começamos a ceder às nossas verdades absolutas, até que um dia começamos a julgar os outros pelos nossos olhos.

Porque é importante ser eficiente no consumo de energia?

A ameaça de esgotamento das reservas de combustíveis fósseis, a pressão dos resultados económicos e as preocupações ambientais, levam-nos a encarar a eficiência energética como uma das soluções para equilibrar o modelo de consumo existente e para combater as alterações climáticas.
Aprender a utilizar de forma responsável a energia de que dispomos, é garantir um futuro melhor para as gerações futuras. No entanto para lá chegarmos, precisamos de alterar a nossa atitude em relação ao consumo de energia, reflectindo-a nos gestos do dia-a-dia.






Palavras soltas

O que a saudade sente desse medo tão ausente! Tão crente de que é vidente e evidente. Está crente que o coração não mente, enganava-se por estar ciente da falta deste componente.
O ar quente que sufoca o amor envolvente do que já não volve nem desenvolve. Paixão ardente dos sonhos que nunca poderiam ter sido. Dor propagada e inconsciente da sombra tremente em que me escondo e sinto. O vento dissolvente do meu sonho. A solidão... Tão só! Que inspiração tão frágil no papel rasurado. Que vontade de não ser para não cair! Cego, nego o mundo e enlouqueço na fantasia estranha de sobreviver quase feliz!

FILME - AS BALEIAS - PRODUÇÃO BENY OLIVEIRA

A I. ofereceu-me sem que nada lhe fosse pedido um desenho. Fui descobrindo que para a I. desenhar é como para mim escrever. Serve de desabafo, de consolo, de raciocínio, de muleta... A I. surpreendeu-me sempre, pela sua maturidade escondida, pelo seu sentido de justiça pouco ouvido pelos colegas, pela capacidade de não ser influenciada e ser irritante por raramente falar sem razão. A I. é também um poço de sentimentos. Capaz de amar como ninguém e de dar como poucos... sem alarido, sem querer troca. Só porque sim. Espero que tenha um grande futuro.
O primeiro desenho que me ofereceu foi uma baleia. A medo, no final da aula. Ninguém reparou, não quis perguntas e saiu. Respeitei o seu silêncio e guardei-o. Torno a olhar para ele sabendo que não regresso. A baleia vai ficar sempre ligada a I. e aos Açores, esse mar imenso que esconde tanta riqueza! A minha baleia sorri e move-se com delicadeza. A minha baleia está feliz! Eu também, não por não regressar, mas por saber que um dia estive. E…

As amizades que sabem bem

Uma amiga que não sabia que tinha deu-me um presente acompanhado com um bilhete com o seu contacto:

T.
um beijinho grande, um nome e um número para guardares.

Fiquei surpreendida! Nem queria acreditar que tivesse, mesmo sem querer, conquistado aquela pessoa. Sempre discreta, sempre reservada... revelou-se. Fiquei com muita vontade de agradecer, mas fiquei sem palavras. Por tudo e por muito mais é que eu vim, mas parte de mim ficou lá.

Lagarto

Assim como o lagarto se esconde sob a vegetação, a mim apetece-me que me parem de fazer perguntas estúpidas. Resposta a todas elas para não ser indelicada: não sei. E deixem-me esconder, façam de conta que não existo. E se querem mais considerações, saibam que me sinto agarrada ao pau!!!

Happy Talk

Eu também quero que os meus sonhos se tornem realidade, mas dispenso os olhares de carneiro mal morto e da avózinha a servir de vela. Os meus sonhos, de momento andam por outras andanças.

Os pesadelos voltaram...

Normalmente tenho sonhos perturbadores quando estou preocupada com alguma coisa. O cansaço acumulado e a ameaça de desemprego certo não têm ajudado. Pior é saber que tenho de trabalhar mesmo sabendo que vou ficar sem ter conhecimento quando volto a ser colocada e principalmente saber que tenho que trabalhar áreas de que não gosto particularmente. A saber: tenho tido pesadelos como na imagem. Imaginem com o que tenho sonhado?

Quero mais, muito mais...

Quero ir ver, sair, enumerar, não curtir, vir de regresso ao teu encontro. Verdizar a lembrança, o mistério, os sorrisos, os comentários... quero parar, partir, fugir... dentro do autocarro agarrar a lembrança, viver a esperança... sorrir. Ver as cores... Fugir de mim, ter ideias que me iluminem o caminho, ter a vida para aprender ao meu tempo, ser capaz... sem medo de errar. Ver os sorrisos a descobrirem o que não querem saber, devagarinho... passo a passo.
Há uns tempos não existiam tantas reticências na minha vida! As certezas que me abandonaram em prol do bom senso. Sensata, mas insegura!
Quero ir no meu autocarro verde para o meu mundo fantástico!