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Mensagens

Eu assumo...

que se continuar a ouvir falar de música volto a ouvir Sepultura todas as manhãs até alguém se suicidar!!!!!

Queria tanto... menos frustração!

Os meus alunos de 9º ano são muito bons moços... falam um bocadinho, é certo, mas são bem dispostos e têm bom coração. Temos duas meninas mimadas que gostam muito de achar que sabem mais que os outros todos e que em nada se coadunam com a tremenda humildade da restante turma... mas para mal dos meus pecados... são das melhorzinhas! É que eles são excelentes pessoas, mas péssimos alunos... alguns esforçam-se, tentam... mas este sistema de passa tudo é difícil colmatar a falta de conhecimentos prévios dos outros anos. Eu tento, eles tentam... mas as aspirações e ambições também não merecem grande esforço... é pena e às vezes também fico com a "burra" como as minhas meninas mimadas... Ontem:
Entram na aula com o tumulto habitual, a professora não olha para eles - mau sinal. Sentam-se, a professora espera que se calem e não manda ninguém abrir a lição - mau sinal. A professora começa a aula sem perguntar pelos trabalhos de casa.... - menina mimada nº 2:
- É melhor estarmos calado…

Um dia....

vou ter uma casa... não sei como será, mas sei como não será!

Como me rodeio

Pedir perdão torna-nos frágeis como borboletas que esvoaçam em torno de um caule que nos parece mais vigoroso, mais forte... onde temos de reconhecer supremacia, mas onde nos harmoniamos com a nossa consciência e vontade. E, afinal, se retirarmos o orgulho supremo que carregamos, acabamos por ser mais forte que o caule, porque nos tornamos livres do fardo pesado da consciência. Eu sou o caule.

Sorte grande

Os amigos são como o euromilhões.... nunca temos os números certos!

Assim...

... sem saber porquê, sem ter razão, apercebi-me que comecei a perder, a estranhar certos rituais. Olho-me e satisfeita percebo o que perdi e não ganhei, o que sofri e derrotei. Pareço jovem e não o sinto, cansada dos mesmos círculos perversos da vida que muitas vezes me empurram para onde não quero ir. Sem saudade ou mágoa esqueço de forma impiedosa e alimento-me de frascos contidos e cheios de vácuo sonhado. Atraso-me por precaução, adio sonhos, espero... mudo tudo começo de novo e permaneço... só e jovem nos meus sonhos.

E as asneiras repetem-se...

Não me venham com tretas e estudos e falinhas mansas e novas opiniões e doutrinas infalíveis. Um divórcio continua a ser um divórcio e ainda que a força da sua vulgarização lhe tenha retirado a estranheza e ainda que a excepção bem sucedida de alguns casais apareça na televisão, na grande maioria das vezes continua a cometer-se o mesmo erro perante os filhos. Cresci sempre como filha de pais divorciados e não me lixem.... continuo a ver os mesmos erros nas minhas colegas, e nos casais que me rodeiam, um chantagear subtil pelos problemas que os pais não conseguem resolver ou aguentar, pelo que o outro fez ou não fez, pelo facto de nenhum ser humano reagir de forma natural à rejeição.
Às vezes, em tom de brincadeira, digo a esses pais o que os filhos sentem, leio nos olhos deles que não sabem fazer melhor... mas deviam, deviam mesmo!

E amigos?

Simples quadro

É assim que se começa... devagarinho. Sorrisos e olhares... escondidos. Uma estranha, num mundo estranho que observa em seu redor a dádiva da descontração, do mundo a seus pés. Ele um indíviduo cujos olhos não alcançam o mundo, mas o coração fértil de emoções descuidadas e pouco regadas. O que ela admira nele é a felicidade, o que ele admira nela é a raridade das impressões sorrateiras de quem pode tudo. Caminham, mas não se reconhecem.... trocam sorrisos tímidos e descobrem coisas banais, tão triviais que nem a novidade dos nomes lhe querem pôr. Atrás da escuridão dos óculos escuros existe um olhar triste com um sorriso bonito, que vê um homem banal como tu, pequena réstia de nada, não és.

E tanto que me apetecia isto....

E que tal... ler?

Ando a ler "A Muralha", de Dinah Silveira. Estou a gostar e já há tanto tempo que não lia um livro que me fizesse esquecer do tempo... leio tudo, não sou esquisita, mas ultimamente as leituras não têm puxado muito por mim. Por isso, em 3 dias despachei-o, falta-me um capítulo que estou a guardar como um rebuçado. Ah, e só para que conste e de encontro à maior parte das críticas acerca das personagens, gosto muito da Mãe Cândida, mas eu poderia ser uma Cristina.

Ser M...

Não sou feminista em extremos, não ambiciono o que a força física masculina me pode dar, reconheço que a nossa igualdade (senão superioridade) reside no intelecto. Não entro em discussões sobre guerras dos sexos, assim como também não discuto o aborto, a adopção por casais homossexuais, as corridas de toiros, entre tantos outros temas em que prefiro ouvir, pois há argumentos válidos de ambas as partes. No entanto, e porque a anorexia já surgiu no meu percurso de vida, penso que as mulheres são alvos predilectos de grandes pressões a vários níveis. Como tipica portuguesa que sou, orgulho-me de não ser magra, alta e... um avião como ele é compreendido pelo aspecto comercial e aprecio ver nas passerelles mulheres parecidas comigo.

Não sou pequena....

... sou concentrada.

Tanta mudança...

Alguém me explica com tanta mudança no youtube, como posso adicionar um vídeo ao meu blog? Ah, e não se esqueçam que sou muito má nestas coisas da informática... por isso, se não se importarem, expliquem-me como se fosse uma criança de 6 anos. Obrigado

Como uma flor...

... que umas vezes se sente ameaçada e se fecha parecendo forte, tem fragilidades que deixa escapar na apoteose do florescimento. Já cheira a Primavera!

Os professores

Porque é que quando o puto se mata a culpa é dos professores e quando um professor se mata é porque é doido?

A história da escrava

Delminda, era escrava bonita que por isso penou, violada e obrigada a usar máscar para esconder a sua beleza que ameaçava as nobres brancas. Sem direitos, sem previlégios, escravizou a alma aos caprichos de homens e mulheres inseguros e sem valores morais, éticos e afins. Uma outra visão da beleza, uma desvantagem... nos nossos dias a beleza é um previlégio e os punhos continuam a ser uma arma poderosa. Continuamos a não conseguir perceber que a verdadeira força está na inteligência e continua a ser difícil contrariar uma tendência que domina uma sociedade de consumismo rápido. As mulheres continuam a ser invejosas umas com as outras e os homens continuam a gostar de ter um capricho.
Não sendo uma mulher vistosa, sempre tive uma personalidade forte e à falta de extravagante beleza sempre consegui os meus objectivos de forma discreta. Não compreendo que a escravidão passe por me render aos desejos arbitrários de uma noite agitada entre os lençois, continuo a não me satisfazer com o mome…