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Mensagens

Lembrei-me que...

não tenho saias... é triste, mas é verdade... e logo agora que ando mais feminina....

Alimentação literária

Quando chegam por perto as férias, a minha alimentação literária abandona as dietas e inicia um período de variedade linguística. Farta da falta de recursos que uma ilha pequena proporciona ao nível literário, resolvi encomendar uns livrinhos directamente da editora. Escolhi "Não é o Fim do Mundo", de Ana Nobre de Gusmão e..... desapontamento total. Fala-nos de uma mulher que se divorcia e se debate com os típicos problemas de voltar ao seio familiar com uma filha e que é incapaz de continuar a viver. Sobrevive no meio de uma família gasta e possessiva e não é capaz de cortar as amarras unilaterais que a ligam ao ex-marido.
O livro não é difícil de ler, mas fiquei com a sensação de que vai acontecer qualquer coisa, mas nunca acontece, aliás não acontece mesmo!! Género literatura light para quem gosta de não prestar muita atenção a nada entre um banho e outro. É também mais interessante se for possível a nossa identificação com a protagonista, penso eu.

Há dúvidas?

Porque é que há umas com tanto e outras com tão pouco?

O tamanho

Sempre fui baixinha, o que se nota mais porque os meus namorados sempre foram altos e pelo meu tremendo complexo de inferioridade. lol O certo é que os outros acabam por achar graça e serve muitas vezes para brincadeira.
As pessoas não sabem, mas também não dá jeito nenhum, especialmente porque muitas vezes não consigo ver o que me querem mostrar... a não ser que me dêm colinho! lol O que acaba por não ser uma má opção... no entanto, não há que enganar, tenho 1,60 m bem concentradinhos, cheios de personalidade... o que também causa o efeito surpresa! E depois tenho sempre a safa: "És grande, mas não és grande coisa!".
Por via das dúvidas, a próxima vez que for ver um espectáculo dos meus alunos, acho melhor usar o modelito da imagem... sempre vejo qualquer coisita!

Life goes on... nem que seja a preto e branco

Bem, a Selecção perdeu, mas a vida continua. Vivi o euro 2004 de uma forma muito intensa; ainda estava na faculdade e tudo era pretexto para nos juntarmos e gritarmos a juventude de sonhos que carregávamos.
A partir daí passei a seguir a Selecção com mais atenção e foi com muita frustração que a vi perder com a Espanha. Agora eu que não percebo muito de futebol, que raio andou lá o Ronaldo a fazer?! O homem não gosta mesmo de jogar na Selecção!!!! Que raio foi aquela primeira substituição?! Parabéns ao único jogador que se manteve sempre bem desde o início ao fim do jogo: Eduardo, tu mereces a Selecção!
E depois de Portugal ter perdido mais uma vez com os vizinhos... life goes on... com menos cor!

Ler, ler atrás... às escondidas de ti

Leio, tudo! Até à última letra... ignoro o que me queriam dizer mas leio até à exaustão. Não tenho tempo... durmo menos, zango-me com o sono pelos prazeres que me dás, e confesso... não sei metade da história, mas tenho de ler-te!

E por falar em casamento...

A L. vai casar.... conheci-a este ano lectivo, é minha colega na antiga escola onde leccionei, e vai casar... até aí nada de estranho... se não fosse o facto de ter namorado uma semana em presença com outro colega nosso e 4 meses com uma frequência de uma vez por mês... e pronto, decidiu que tem de casar já!! Anda tudo doido! O pior é que não há ropinha para a ocasião.

Os castelos das minhas histórias

Podia ser assim.... como o de Sintra. Não seria princesa, nunca tive jeito para donzela. É da plebe o meu sangue, é de força a forma como ele corre nas veias... precipitada correria os corredores... encontraria uma porta com uma luz forte que me protegeria da escuridão.... mas nem assim conseguiria perceber que a luz pode cegar tanto como as trevas... no fim.... bem.... no fim ia acabar por encontrar uma janela.

Porque tenho asas...

... e nem sempre consigo voar, porque os meus voos são sempre bem próximos da terra, porque a tua rota nem sempre se encontrou com a minha, porque o meu espaço só é partilhado com quem quero... hoje já não somos, fomos, mas também seremos. Anjo caído e anjo que não sabe voar!

E eles lá precisam de auxílio?!

Aposto que este eles liam sem lhes pedir!!!!

Eu assumo...

que se continuar a ouvir falar de música volto a ouvir Sepultura todas as manhãs até alguém se suicidar!!!!!

Queria tanto... menos frustração!

Os meus alunos de 9º ano são muito bons moços... falam um bocadinho, é certo, mas são bem dispostos e têm bom coração. Temos duas meninas mimadas que gostam muito de achar que sabem mais que os outros todos e que em nada se coadunam com a tremenda humildade da restante turma... mas para mal dos meus pecados... são das melhorzinhas! É que eles são excelentes pessoas, mas péssimos alunos... alguns esforçam-se, tentam... mas este sistema de passa tudo é difícil colmatar a falta de conhecimentos prévios dos outros anos. Eu tento, eles tentam... mas as aspirações e ambições também não merecem grande esforço... é pena e às vezes também fico com a "burra" como as minhas meninas mimadas... Ontem:
Entram na aula com o tumulto habitual, a professora não olha para eles - mau sinal. Sentam-se, a professora espera que se calem e não manda ninguém abrir a lição - mau sinal. A professora começa a aula sem perguntar pelos trabalhos de casa.... - menina mimada nº 2:
- É melhor estarmos calado…

Um dia....

vou ter uma casa... não sei como será, mas sei como não será!

Como me rodeio

Pedir perdão torna-nos frágeis como borboletas que esvoaçam em torno de um caule que nos parece mais vigoroso, mais forte... onde temos de reconhecer supremacia, mas onde nos harmoniamos com a nossa consciência e vontade. E, afinal, se retirarmos o orgulho supremo que carregamos, acabamos por ser mais forte que o caule, porque nos tornamos livres do fardo pesado da consciência. Eu sou o caule.

Sorte grande

Os amigos são como o euromilhões.... nunca temos os números certos!

Assim...

... sem saber porquê, sem ter razão, apercebi-me que comecei a perder, a estranhar certos rituais. Olho-me e satisfeita percebo o que perdi e não ganhei, o que sofri e derrotei. Pareço jovem e não o sinto, cansada dos mesmos círculos perversos da vida que muitas vezes me empurram para onde não quero ir. Sem saudade ou mágoa esqueço de forma impiedosa e alimento-me de frascos contidos e cheios de vácuo sonhado. Atraso-me por precaução, adio sonhos, espero... mudo tudo começo de novo e permaneço... só e jovem nos meus sonhos.