Quando estudava no secundário às vezes enganava os professores nas aulas chatas e escrevia:
Doces caminhos que não andei…percorro o céu, percorro a lua, o sol, o amor, a dor… a dor… onde tudo começa e acaba, o meu doce fogo, o meu doce mar de contrariedades absolutas e mansas trancadas nestes caminhos que decoro como um animal insaciável de uma sociedade já tantas vezes decorada e ensinada. Eu sou a minha sociedade, a nossa sociedade, cheia de podres e de todos os passos em função de uma ilusão infinita de conhecer o caminho já tantas vezes percorrido pelos sinuosos sonhos da solidão unida deste mundo em que me afundo, deste mundo de palavras surdas e silêncios mudos. Tudo é bonito, cheio de cor, feito à medida da tua imaginação, do teu destino incontrolado pela ordem imposta do não movimento, dos doces caminhos que ficarão por percorrer… vamos todos dar a volta ao mundo pelos caminhos que não andámos e conhecer tudo aquilo que não conhecemos nesses caminhos decorados.
Quero a raiva! o …
Doces caminhos que não andei…percorro o céu, percorro a lua, o sol, o amor, a dor… a dor… onde tudo começa e acaba, o meu doce fogo, o meu doce mar de contrariedades absolutas e mansas trancadas nestes caminhos que decoro como um animal insaciável de uma sociedade já tantas vezes decorada e ensinada. Eu sou a minha sociedade, a nossa sociedade, cheia de podres e de todos os passos em função de uma ilusão infinita de conhecer o caminho já tantas vezes percorrido pelos sinuosos sonhos da solidão unida deste mundo em que me afundo, deste mundo de palavras surdas e silêncios mudos. Tudo é bonito, cheio de cor, feito à medida da tua imaginação, do teu destino incontrolado pela ordem imposta do não movimento, dos doces caminhos que ficarão por percorrer… vamos todos dar a volta ao mundo pelos caminhos que não andámos e conhecer tudo aquilo que não conhecemos nesses caminhos decorados.
Quero a raiva! o …