Lê-me (última parte)
Voltei a ler Stanislaw Lem recentemente. Econtrei-o mais rico e sofisticado do que me lembrava. "Biblioteca do Século XXI"(Estampa) e "A PerfectVacuum" (ed. Northwestern Press, não existe em português)são recensões a livros que nunca existiram - com títulos como "Um Minuto da Humanidade" ou "Sexplosion" - um truque de Lem para condensar num conto ideias para livros que não teria tempo para escrever.
Uma nota final: aquele L cortado de Stanislawm pronuncia-se como se fosse Stanizuáv. Mas em Lem articulam-se todas as letras. Como quem diz: lê-me, lê-me.
Rui Tavares
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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