Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Janeiro, 2008

Isha fala: liberando-se da depressão

Por existirem quadras detas que ando stressada! Oh, falta de imaginação:

O amor dos estudantes
Dizem que faz maravilhas
Mas eu não acho que ele faça
Mais do que filhos e filhas

E eu já retirei os erros. Será que alguém ainda não ouviu falar de métodos contraceptivos?

Sem nada de muito importante a adiantar...

Há dias assim... o desagrado, a frustração é tão grande que pedimos para nos deixarem gozar a fossa em paz!!! Sim, ás vezes lembro-me que tenho de adiar sonhos (mas não desistir deles), que às vezes tenho de refrear a minha imaginação ubérrima. Ás vezes, só me apetecia fugir do mundo... olhar sem pensar, sentir sem racionalizar, ser... no sentido mais primário da vida! Outras vezes queria não estar, não ser... ser ominipresente, omnisciente e ...não estar.
Porque há dias assim...

O Lobo das Estepes - Herman Hesse

Há muito que não me identificava tanto com um livro. Há livros assim, com um sabor azedo que nos sabem bem. Não é o sonho que comanda as linhas deste livro, não é a felicidade o seu objectivo principal... é o reconhecimento. Herman Hesse espelha-nos no seu lobo das estepes, identifica-nos com o não enquadrado civilizado da personagem, o estranho, o absurdo, o desejo, mas acima de tudo o egoísmo do autoconhecimento.
Esta personagem que nos apresenta e nunca satisfaz o que queremos, observa-nos os nossos incómodos, as inquietações, analisa o silêncio que queremos calar, desenquadra-nos do real e atira-nos os nossos medos, faz-nos julgar moralmente o que não temos direito de julgar, descobre a morte como fuga doce e medo da perda do que nunca tivemos. Viagens alucinantes...

"Assim também, resumindo, o Lobo das Estepes não é senão uma ficção. Quando Harry se sente e se assume homem-lobo, e se crê constituído por duas naturezas hostis e opostas, isso não passa de uma mitologia simplifi…

Génio na arte da falsificação (parte 10)

Contudo, o mais assombroso é que tivesses conseguido enganar tantos peritos durante décadas. Elmyr, desde o começo da sua carreira em 1946, pintou cerca de mil obras de arte atribuídas a mestres, desde Modigliani até Picasso. Só no período com Legros se calcula que tenha ganho 35 milhões de dólares. E, sem os graves conflitos pessoais entre os seus dois sócios e vendedores, nunca teria sido descoberto.
Agora, quase 30 anos depois da sua morte, uma galeria em Madrid, Tribeca, dedica-lhes uma exposição, até final deste mês, que inclui 25 obras (desenhos, guaches, aguarelas, esferográfica e tinta-da-china) inspiradas em Modigliani, Léger e Renoir, além de uma tela (pintada entre a955-57) inspirada em André Lhote, um pintor pós-impressionista próximo do cubismo e do fauvismo.

Alberto de las Fuentes in Única

Génio na arte de falsificação (parte 9)

A última etapa da sua vida tem ares de comédia. Os sócios zangaram-se e terminaram perante os tribunais de vários países. Isso afectou Elmyr, cujos trabalhos perderam qualidade. Algumas das suas obras despertaram suspeitas e não tardou que o nome de Fernand Legros começasse a ficar comprometido. Tantos escândalos acabaram por provocar a desconfiança do magnata texano, que pediu aconselhamento a cinco peritos. A conclusão foi inapelável: 44 quadros não eram originais. Meadows transformou-se segundo um jornalista, "no homem que possui a maior colecção de falsificações do mundo".
"A falsificação terminou", disse então Elmyr, "eu já sofri bastante". As autoridades espanholas tinham-no identificado e abriram uma investigação. Mais tarde, por decisão de um tribunal, foi condenado a dois meses de prisão por homossexualidade, convivência com deliquentes e "carecer de meios demontráveis de subsistência".
Finalmente, tudo serenou e Hory pôde viver os último…

Génio na arte da falsificação (parte 8)

Depois de uma tentativa de suicidio, em 1959, Elmyr decidiu fugir da América. Nos 13 anos que lá viveu transformou-se no falsificador mais prolífico e mais bem sucedido da História. As suas obras cobriam as paredes de museus e intituições. Tinha viajado tanto e utilizado tantos nomes falsos que ninguém, nem sequer os poucos "marchands" que tinham detectado algumas das falsificações, estavam em condições de imaginar a magnitude do seu trabalho.
Foi então que descobriu Ibiza. Associado a dois jovens manipuladores, Legros e Lessard, o negócio prosperou mais do que nunca. No ano de 1962, enquanto Elmyr assimilava as técnicas a óleos de grandes pintores, os seus sócios vendiam a sua obra em Paris, Nova Iorque, Chicago, Suiça e Sul de França. No ano seguinte foram ao Rio de Janeiro, Buenos Aires, Cidade do Cabo, Joanesburgo e Tóquio.
As façanhas do trio sucediam-se sem descanso. Segundo contava Elmyr, Legros chegou a enviar uma das suas obras a Picasso para que certificasse a sua au…

Génio na arte da falsificação (parte 7)

Apesar de alguns pequenos percalços, o seu negócio ia de vento em popa. A sua colecção privada incluía guaches, desenhos, aguarelas e pequenos óleos falsos de Matisse, Picasso, Braque, Derain, Bonnard, Degas, Vlaminck, Laurencin, Modigliani e Renoir.
Nos anos 50, começou a vender por correio a museus de arte moderna e galerias de todos os Estados Unidos. Muitas vezes retinham as obras durante várias semanas enquanto procuravam aconselhamento de peritos. Mas o resultado era sempre positivo. Em todo esse tempo, só um par de desenhos foi posto em dúvida.
Finalmente, sucedeu o inevitável. Vivia então na Flórida, quando um coleccionador - a quem Hory tinha vendido algumas obras - emprestou os seus desenhos para uma exposição que teve de ser cancelada porque dois deles "não eram originais". Elmyr refugiou-se durante alguns meses no México. Soube depois que o FBI tinha visitado o seu apartamento, perguntando quando voltaria.
Por essa época, o preço das suas obras alcançava cifras ast…

Génio na arte da falsificação (parte 6)

Em Agosto de 1947 transferiu-se para Nova Iorque. Para a festa de inauguração da sua nova casa foram convidados Zsa Zsa Gabor (que tinha conhecido em Budapeste), Anita Loos, Lana Turner e René d´Hanoncourt, à época director do museu de Arte Moderna de Nova Iorque.
Iniciou então um périplo que o levou de Hollywood a São Francisco, Portland, Seattle e San Diego. No Texas teve um êxito instantâneo com os novos magnatas da industria petrolífera, ansiosos de cultura imediata. "Eu era uma grande atracção", recordava Elmyr. "Gostava do Texas e dos americanos. Surpreendia-me ver como eram tão generosos e simples."

Alberto de las Fuentes

Génio na arte da falsificação (parte 5)

Depois do conflito, voltou a Paris. Mas agora era "pobre, pintor e já não era jovem". Então, uma amiga nobre e multimilionária, lady Champbell, observou um desenho que ele tinha feito em 10 minutos e confundiu-o com Picasso. Atrapalhado, Elmyr vendeu-lho. "Foi tão fácil que não podia acreditar. Nem sequer me senti culpado, era uma questão de sobrevivência".
Dedicou-se então a percorrer a Europa vendendo os seus desenhos de Picasso. Depois de tudo o que tinha passado nos últimos anos, era maravilhoso voltar a alojar-se nos melhores hóteis, pedir bons vinhos e viajar em primeira classe. Cada vez que vendia alguma coisa, celebrava-o com Mouton-Rothschild. colheita de 1929.

Alberto de las Fuentes

F COME FALSO - Orson Welles e gli esperti... Génio na arte da falsificação (parte 4)

A II Guerra Mundial abalou o seu mundo. Foi conduzido para a Alemanha e, durante um interrogatório, a Gestapo partiu-lhe uma perna. Transferido para um hospital nos arredores de Berlim, conseguiu fugir da maneira mais inacreditável: um dia notou que a porta da entrada estava aberta e fugiu em bicos dos pés. Chegou a Budapeste, onde se aguentaria até ao final da guerra.

Alberto de las Fuentes

Génio na arte da falsificação (parte 3)

Mas quem foi realmente Elmyr de Hory? Como conseguiu tornar-se o melhor falsificador de todos os tempos? Porque é que o cineasta Orson Welles se inspirou nele para realizar o seu filme-documentário F for Fake (F de Fraude, 1974) e porque é que até a revista Time lhe dedicou uma capa?
Este génio da falsificação nasceu em 1905 em Budapeste, filho de dois ricos aristocratas de origem judia. Decidido a ser artista, mudou-se para Paris, onde então trabalhavam Matisse e Derain, e por onde Picasso aparecia amiúde. "Como a maioria dos pintores jovens do momento, conhecia-os a todos", contava.

Alberto de las Fuentes

F for Fake (1974) - Orson Welles - Génio na arte da falsificação (parte2)

Mas ninguém suspeitava que fosse o maior falsificador da história, capaz de colocar no mercado durante 21 anos um milhar de obras de artistas como Picasso, Modigliani, Matisse, Renoir, Toulouse-Lautrec, Gauguin, Chagall... Além disso, a sua vida assemelhava-se a um filme: sempre nos melhores hotéis e frequentando os circulos sociais mais selectos, sempre a fugir (dos nazis, do FBI, da Justiça Espanhola...).

Alberto de las Fuentes

Génio na arte da falsificação (parte 1)

O escritor Clifford Irving descreve assim Elmyr de Hory à sua chegada à ilha de Ibiza, no Verão de 1961: "Usava um monóculo suspenso de uma corrente de ouro, os seus casacos de malha eram sempre de caxemira(...). No pulso brilhava um relógio Cartier e sentava-se ao volante de um descapotável Corvette Sting Ray de cor vermelha... Era, segundo fez constar, um coleccionador de obras de arte".
E acrescenta: "Se havia alguma opinião unânime sobre este suave e esmerado húngaro era que nunca tinha trabalhado um dia na sua vida, nem poderia, nem ia fazê-lo".

Alberto de las Fuentes

Moçoilas - UBI

Se estudar custa tanto
Como dizem os Doutores
Rapazes viva o descanço
Que estudem os professores


Em homenagem aos meus tempos de estudante, a tuna feminina da minha faculdade.
Pelos tempos que vos ouvi com amor à camisola, agora que vos oiço com saudade, ao grande companheirismo dos tempos de universitária!!

Pais e Encarregados de Educação

Tenho uma coisa a contar-vos: todos os dias passo por 2 escolas, uma à ida e outra à vinda, por azar sempre em hora de intervalos. Então, adiante... Os repeitosos pais e encarregados de educação que zelam pelas criancinhas esmeradamente para que não sejam maus cidadãos nem pessoas, todos os dias estacionam em segunda, terceira e em plena via, sem pisca ou algo que se pareça sob olhar atento do polícia que toma conta, religiosamente, da passadeira dos anões. Enfim... Adiante, enquanto os anõezinhos entram demoram a circulação com mais uma conversa com o colega, enquanto a funcionária entra ou sai carregada de sacos em tempo record, há sempre alguém que só quer chegar a horas ao trabalho, e não suprime a bela da buzinadela!! "NÃO TENS FILHOS CARALHO! NÃO VÊS QUE TOU PARADO MINHA BESTA!" Perfeitamente amiguinho, ainda vejo mais, eu que saí a horas de casa para chegar ao trabalho a horas e NÃO, NÃO TENHO FILHOS, espero que as bestas que não podem estacionar nos estacionamentos a…

Lindsay Lohan (Entrevista - última parte)

Dá consigo a procurar inspiração nalgumas das grandes actrizes do passado?

Para o filme Que Sorte a Minha! recorri um pouco aos maneirismos cómicos de Lucille Ball. É um tipo de comédia física. Claro que há sempre a Ann-Margret, talvez por ser a ruiva mais sexual por excelência. Há dias fiz umas fotografias para a "Interview"inspiradas na Elizabeth Taylor. Admiro incondicionalmente a Clara Bow. Amo a Grace Kelly. No fundo, a fonte de inspiração depende da cor de cabelo que tenho no momento.


Gosta de aparecer em lugares públicos, como se não a incomodasse a constante perseguição dos fotógrafos. Qual é a sua relação com a palavra privacidade?

O que é a privacidade? Sabe, quando faço um filme passo muito tempo, 3 meses, com um grupo de pessoas. Depois desaparecem todos e eu acabo sempre por me sentir frustrada criativamente, como se não soubesse o que fazer da minha vida. Não gosto de estar sozinha mas quando isso acontece pego no carro e conduzo sem parar. Ou escrevo. Gosto muito…

Over Lindsay Lohan by Lenise (Entrevista - parte 1)

Uma coisa aparente na sua personalidade pública é o estilo que demonstra cada vez que a fotografam. Descreva-me o seu guarda-fatos.

Mas eu tenho vários guarda-fatos! Ando totalmente, totalmente apaixonada por roupa. Mas não sei falar do meu estilo porque é algo que muda com frequência. Sou muito indecisa, especialmente agora que a minha colecção aumentou. O apartamento que aluguei, por exemplo, foi como que remodelado. A sala de jantar é agora um dos meus guarda-fatos. Não estou a brincar. Tenho peças fantásticas e adoro experimentar tudo, vestir as minhas amigas. Acho que aquilo que usamos para cobrir o corpo é a expressão mais visível daquilo que realmente somos, ou daquilo que somos num determinado dia. Cada pessoa tem uma ideia muito pessoal dauilo que é confortável.


Sei que de vez em quando janta com Donatella Versace. Quais são os criadores que mais presentes lhe mandam?

Não há exactamente uma relação a esse nível. Já ninguém me dá roupas como antigamente, o que até nem tem importâ…
Deseja uma longa vida aos teus inimigos para que, de pé, eles possam assistir à tua vitória!