"London Calling", clamava nos anos 80 a mítica banda The Clash. O chamamento é, na verdade, irresístivel. Realmente, uma escapadela a Londres fala mais alto. Pela sua história sempre acompanhada por uma arquitectura monumental, pelos seus gossips a encher em letras gordas as manchetes diárias de jornais e revistas, pelos bobbies mais os seus curiosos chapéus de polícia, pelo ambeiente frenético da City... e até mesmo pelo seu costumeiro e misterioso fog, que empresta à capital do Reino Unido aquela cor invariávelmente acizentada, mas que nunca lhe retira o fascínio e o brilho cosmopolita.
O horizonte plano de Londres convida ao passeio, ainda mais se ajudado pela sua eficiente rede de transportes públicos. Seja recorrendo aos seus eternos Routemasters, os decanos autocarros de dois andares pintados de vermelho (sairam de circulação em Dezembro do ano passado, mas foram mantidas duas rotas), ou por baixo da terra, ao longo das intermináveis galerias do tube (vulgo metropolitano).
Mas para conhecer os muitos ambientes e recantos londrinos, a solução mais indicada é recorrer a quem sabe. Só assim, guiados com conhecimento de causa, conseguem desvendar-se segredos escondidos por entre as suas charmosas ruas e ruelas, encontrar inesperados pátios e jardins ou ser surpreendido por uma lady acabada de sair do Harrods, seguida por um séquito carregado de sacos de compras. É assim Londres, onde o chá das cinco ainda tem pontualidade britânica.
In Certa
Depois do grande sucesso que foi o filme "Hotel Ruanda", eis que surge o livro.
Durante o apogeu do moticínio naquele país africano, Paul Ruseagabina arriscou a vida para salvar 1300 refugiados, protegendo-os no interior do hotel.
O livro vai mais longe que o filme, ao relatar parte do passado do humilde gerente do hotel, tal como a sua vida desde os terríveis eventos. Explora ainda a sua educação e experiência enquanto primeiro gerente ruandês de um hotel europeu. A vida do próprio chegou a estar em perigo, pois enquanto Hutu casado com uma Tutsi, era visto como um alvo a abater.
in Os Meus Livros
Não vi o filme, mas como começo sempre ao contrário, primeiro vou ler o livro. Se já viram comentem e contem-me como é.
Durante o apogeu do moticínio naquele país africano, Paul Ruseagabina arriscou a vida para salvar 1300 refugiados, protegendo-os no interior do hotel.
O livro vai mais longe que o filme, ao relatar parte do passado do humilde gerente do hotel, tal como a sua vida desde os terríveis eventos. Explora ainda a sua educação e experiência enquanto primeiro gerente ruandês de um hotel europeu. A vida do próprio chegou a estar em perigo, pois enquanto Hutu casado com uma Tutsi, era visto como um alvo a abater.
in Os Meus Livros
Não vi o filme, mas como começo sempre ao contrário, primeiro vou ler o livro. Se já viram comentem e contem-me como é.
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