Felismente não é novidade, mas não deixa de ser boa notícia! A QuidNovi, que apenas recentemente se dedicou à edição de livros para venda directa ao público (antes produzia livros e fascículos para venda com jornais e revistas), anunciou que continuará uma tradição herdada da da casa mãe, comprometendo-se a doar uma parte fixa dos seus lucros a instituições de solidariedade social.
Neste caso, as instituições visadas são a Assistência Médica Internacional (AMI) que dispensa apresentações; a Associação Acreditar, que trabalha com crianças vítimas de cancro; e o Espaço T - Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária, que procura combater a exclusão social, apostando em actividades na área da cultura e da arte.
In Os Meus Livros
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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