"A amioria das mulheres africanas conseguiu o direito ao voto após a independência dos seus países.
A África do Sul restringe o direito ao voto às mulheres baseando-se na raça. Mulheres mestiças, de origem negra só podem votar para candidatos da sua própria raça, que servem no parlamento das pessoas de cor. Nem homens, nem mulheres negras têm o direito de votar. Mulheres negras sul-africanas têm sido activas em exigir o fim do apatheid, do sistema de segregação racial, e no estabelecimento de uma nação unitária e não-racial, na qual elas, assim como os homens negros, teriam o direito de votar."
Para reflectir nos direitos de todos.
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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