Sempre é bom saber que não sou a única que nunca sentiu nenhuma atracção especial pela fama de Dan Brown e o mais que famoso Código Da Vinci, ora então reza assim na revista Única de há um ano:

Enquanto, por cá, se compara o efeito de "O Código Da Vinci" no Cristianismo ao das caricaturas que versaram o islamismo, lá fora o filme (e, por arrasto, o livro) também desperta paixões fortes. O escritor italiano Umberto Eco recusou, recentemente, um encontro com o autor do livro, Dan Brown, na cidade italiana de Vinci. Eco disse que Brown é um farsante e que irá a Vinci "quando lá estiver um escritor de verdade". O actor e realizador Mel Gibson afina pelo mesmo diapasão. Para ele, o Código ataca princípios sagrados. Entretanto, o "marketing" em torno da obra continua. Um hotel de Paris, onde o protagonista Robert Langdon esteve "hospedado", propõe estadia por 670 euros e um "tour" pelos locais focados no filme.
Comentários
Mas gostei do livro e não é por isso que Dan Brawn não merece o mérito que de facto tem.