Que Alberto João Jardim é politicamente incorrecto é sobejamente sabido, mas nem sempre consegue encalacrar os interlocutores como aconteceu sábado passado, no Congresso do PSD, na Póvoa do Varzim. Estava Jardim no hall em amena cavaqueira com jornalistas quando entrou o pai de Marques Mendes. Afável, o senhor dirigiu-se a Jardim para o cumprimentar. E Jardim não esteve com meias medidas: sacou da palmada, estampou-a nas costas do pai do líder do partido e legendou alto e bom som: "Olha! O pai da criança!" O conhecido advogado de Fafe não deixou transparecer a mais pequena emoção. E lá seguiu o seu caminho.
in Única, Maio de 2006
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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