
Por mares nunca dantes navegados... vou andanto e torturando o que há-de ser, quem há-de ser... misto de tesouro empobrecido, misto de sedução desconhecida. Aí vou eu.... Vou e venho, quero não querer, quero enriquecer. Não, aí não. Cá dentro, junto ao coração. Junto ao esófago, pulmões... quero respirar, entediar-me formalmente. Viver intensamente. Se eu fosse capaz de estar só! Viveria intensamente. Ai solidão que me engoles nos mares do sonho. Ai se eu fosse capaz de ser feliz.
Gosto, gosto muito. Os sorrisos que me matam, encantam, cativam, "mistereiam"... Quero encher a minha vida de sorrisos francos, genuínos, generosos... quero, afinal sempre quis muita coisa, quero com muito sonho e pouca vontade. Muralha sólida em que me ergo e transponho no itinerário principal. Serei feliz... um dia!
Comentários