
O que a saudade sente desse medo tão ausente! Tão crente de que é vidente e evidente. Está crente que o coração não mente, enganava-se por estar ciente da falta deste componente.
O ar quente que sufoca o amor envolvente do que já não volve nem desenvolve. Paixão ardente dos sonhos que nunca poderiam ter sido. Dor propagada e inconsciente da sombra tremente em que me escondo e sinto. O vento dissolvente do meu sonho. A solidão... Tão só! Que inspiração tão frágil no papel rasurado. Que vontade de não ser para não cair! Cego, nego o mundo e enlouqueço na fantasia estranha de sobreviver quase feliz!
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