
É assim que se começa... devagarinho. Sorrisos e olhares... escondidos. Uma estranha, num mundo estranho que observa em seu redor a dádiva da descontração, do mundo a seus pés. Ele um indíviduo cujos olhos não alcançam o mundo, mas o coração fértil de emoções descuidadas e pouco regadas. O que ela admira nele é a felicidade, o que ele admira nela é a raridade das impressões sorrateiras de quem pode tudo. Caminham, mas não se reconhecem.... trocam sorrisos tímidos e descobrem coisas banais, tão triviais que nem a novidade dos nomes lhe querem pôr. Atrás da escuridão dos óculos escuros existe um olhar triste com um sorriso bonito, que vê um homem banal como tu, pequena réstia de nada, não és.
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