
Hoje sinto-me uma menina grande, menina porque a nível emocional não tenho a mesma força que tenho nas restantes áreas da minha vida e porque os abalos não têm sido fáceis, como em qualquer ser humano. Encaro a mudança com relativa facilidade... mas desgasta, desarma, seca a força dos sentimentos autênticos. Às vezes sinto-me grande com alma de criança, com problemas de adolescente e dilemas de comum humano em que a escolha lhe é familiar, mas não permitida. Preciso bases, sempre precisei de uma grande base que me dê estabilidade e à mínima insegurança fujo e escondo-me na minha fortaleza. Não é normal... mas hoje sinto-me em pele de adulto com alma de criança... como a mulher que afinal desempenha um papel duro em algumas alturas da vida...
Ei...mas vou sobreviver!
Já agora... não é o Dia da Mulher... mas parabéns a todas as fortalezas que todos os anos abarcam a aventura da mudança pela profissão e guardam os sonhos na arca já velha e gasta da adolescência.
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