Cheguei aos 30 ainda sem perceber, ainda sem os conceber. Existem coisas boas e más como em qualquer outra fase da vida. Se queria voltar atrás? Não. Tenho uns 30 muito bem vividos e que pretendo continuar a viver. Não são os mais loucos, mas são os meus e que não trocaria por nenhuns. Qualidades dos 30, aprender que a inteligência vale muito mais que um palmo de cara ou umas belas mamas... Ainda assim tenho de referir que os 30 continuam sem me trazer cabelos brancos ou afins para os mais pessimistas! By the way e porque os 30 também trouxeram prendas. Para quem ainda não teve oportunidade de me relembrar que tenho 30 anos, faça-o da melhor maneira: a foto é uma sugestão! Calço o 36.
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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