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O Assédio

Com a viragem do novo ano terminei a leitura anteriormente anunciada. Gostei do livro, considerando que não gosto de policiais. Gostaria que Lolita tivesse ficado com o capitão Lobo, como se aguardava desde o início do livro. Sem dúvida que a personagem que mais gostei foi do nosso inspetor Tizon e da sua experiência sensorial com o assassino de meninas desprevenidas, gostei do raciocínio sobre a ligação entre os locais onde caíam as  bombas e os assassínios, apesar de não ter gostado da explicação final pelos atos clandestinos do assassino, pois nesse caso, apeteceu-me conhecer um pouco mais desta personagem que surge apenas na parte final do livro.
Querem saber mais? Leiam.

"- Não sei quais são as peças - diz Tizón. - Eles, imagino. Nós.
- Os franceses?
O professor Barrul continua confuso.
- Com quê?
- Não sei dizer-lhe. Com o que se passa.
- É evidente que têm a ver. São eles que nos cercam.
- Não me refiro a isso."

O Assédio, Arturo Perez-Reverte, ASA, tradução de Helena Pitta, 2010



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