Numa aula de secundário, a propósito da música de motivação "O Primeiro Dia" de Sérgio Godinho, começamos a falar de música e a relacioná-la com a obra. Até que às páginas tantas:
- e the end.
- Isso é uma música dos Doors.
(Risada geral).
- Portas, professora, ai essas aulas de inglês!
- Sim. portas, o nome do grupo The Doors, não conhecem?
- Não.
- Não conhecem?!?!
- Porquê, a professora conhece Linkin Park?
- Sim.
- E kdsfsfvnkdhf?
- Pois, não. Então eu trago o "The End" dos Doors e vocês uma música desse grupo fnsjfvha.
Estou mesmo a precisar de fazer uma reciclagem!
Andei a ler este livro, terminei-o há 2 dias e tive uma grande desilusão. Bem, é certo que eu já não tinha gostado de "O Diário de Anne Frank", por isso, também não gostei deste. Passei o livro todo a pensar que a jovem era normalíssima apesar de viver no regime de Estaline. As preocupações eram as mesmas de qualquer jovem com a idade dela, aliás até a achei um pouco acriançada dadas as circunstâncias e os seus 18 anos de idade. Enfim, um fiasco! Não consigo gostar mesmo, porque fico sempre à espera de detalhes e pensamentos que eu acharia próprios da época e do contexto e acabo por achar que as jovens sofreram um bocado sim, mas isso não as fez diferentes da grande maioria dos jovens de hoje com a mesma idade, inclusivê esta abusa do egocentrismo e preocupação estética de uma forma quase doentia. Gostaria de ter mais para dizer, mas de facto, o livro não me despertou grande atenção. Na minha opinião: não comprem!
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